Em primeiro lugar somos humanos.

Em segundo lugar consumimos, poupamos, investimos, empreendemos ou jogamos tudo para o alto.

A Economia Psicológica se desenvolveu partir da compreensão das capacidades e limitações decisórias do ser humano catalogadas em experimentos comportamentais (Economia Experimental).

E vem responder questões sobre porque temos dificuldade em poupar, porque só lembramos da aposentadoria quando é tarde demais, porque não conseguimos resistir a uma promoção ou porque empresários às vezes erram em suas análises.

Ao mesmo tempo uma aplicação mais específica da Economia Psicológica conhecida como Neuroeconomia, desenhou as novas fronteiras do cérebro no embate razão versus emoção, e explica o que acontece no cérebro quando decidimos comprar, poupar ou investir.

Redefine-se assim quem é o consumidor, ou de forma mais ampla quem é o agente econômico, e por conseguinte eleva-se o entendimento de suas motivações subjacentes.

Acreditamos que entender o ser humano é um passo crucial para quem pretende ajudá-lo, motivá-lo, ou mudá-lo.

Incorporar portanto a essência humana como variável chave na proposta de mudança do comportamento econômico individual ou empresarial é sinônimo de assertividade. Veja os produtos que oferecemos na sessão Consultoria.

 


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